Scroll Top

Cultura


Os povos celtas, romanos e árabes, que habitaram esta zona de Portugal deixaram a sua marca em variadissímas formas. Nesta zona do país ainda é possível assistir às tradições culturais que marcam a identidade portuguesa. Venha descobri-las!

Aldeia comunitária Rio de Onor


Aldeia comunitária Rio de Onor é uma freguesia portuguesa do concelho de Bragança que subsiste ainda como aldeia comunitária. Este regime pressupõe uma partilha e entreajuda de todos os habitantes, nomeadamente nas seguintes formas:

- Partilha dos fornos comunitários;

- Partilha de terrenos agrícolas comunitários, onde todos devem trabalhar;

- Partilha de um rebanho, pastoreado nos terrenos comunitários.

A aldeia é atravessada a meio pela fronteira internacional entre Portugal e Espanha, sendo para efeitos oficiais a parte espanhola distinguida como Rihonor de Castilla, e sendo ambas as partes conhecidas pelos seus habitantes como "povo de acima" e "povo de abaixo", não se distinguindo assim de facto como dois povoados diferentes.

Este povoado singular assume, para além de um regime de governo próprio, um dialeto próprio e quase extinto, derivado do Asturo-Leonês, à semelhança da Língua Mirandesa.

Tipicamente trasmontana, a aldeia apresenta casas tradicionais compostas por dois andares: no andar de cima moram as famílias, no andar de baixo ficam o gado, os cereais e outros produtos da terra.

Saiba mais em: http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=28187 ou em: http://pt-br.facebook.com/GUELMAN

Monumentos

Ponte de Gimonde/Ponte Velha

Localizada na aldeia de Gimonde, é uma ponte romana em pedra que atravessa sobre o rio de Onor, para o tráfego rodoviário. Esta ponte, que possui um olhal para dar água a um moinho, tem o tabuleiro em forma de cavalete, assente em seis arcos de volta perfeita, iguais entre si.

Saiba mais em: http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/74118/

Domus Municipalis - Antigos Paços Municipais de Bragança

Ex-libris da cidade de Bragança, é um dos mais insólitos monumentos tardo-românicos portugueses do século XIV. A função aparentemente civil para a qual foi concebido, a sua peculiar organização em pentágono irregular, a sucessão de arcarias de volta perfeita que ritmam os alçados, o espaço interior organizado num amplo salão profusamente iluminado, e a associação a uma cisterna, são características que conferem a este edifício um carácter único no nosso país, sem paralelos imediatos na restante arquitetura medieval nacional.

Tendo integrado os paços do concelho de Bragança desde o início do século XVI até meados do século XIX, aparenta um aspeto fortificado, que aponta para a sua dupla função - cisterna e sala de reuniões da câmara.

Saiba mais em: http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=7675

Castelo de Bragança

Construído no século XV, sobre uma edificação da época de D. Dinis, apresenta traços arquitetónicos góticos, sendo composto pela torre de menagem e por um conjunto de muralhas, que envolve o núcleo antigo e forma quatro recintos individualizados. Implantado num local elevado, e de planta oval irregular, o seu interior revela, ainda, parte de uma organização viária sanchina, com dois eixos principais a confluir para a Porta da Vila.

O Castelo de Bragança, é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses. Do alto de seus muros avistam-se as serras de Montesinho e de Sanabria (a norte), a de Rebordões (a nordeste) e a de Nogueira (a oeste).

Saiba mais em: http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71125/ ou em: http://pt-br.facebook.com/pages/Castelo-de-Bragan%C3%A7a/166790516667706?sk=wiki

Igreja de Castro de Avelãs (Castro de Avelãs)

Integrada num espaço rural, foi edificada no século XIII, e alterada nos séculos XVII e XVIII, apresentando traços românicos e barrocos. É uma Igreja monástica com cabeceira românica, composta por nave retangular, por cabeceira tripla de planta circular, e por sacristia adossada ao absidíolo esquerdo. A fachada principal tem os cunhais de granito encimados por pirâmides boleadas, e um portal de vão reto encabeçados por frontão semicircular encimado por janela. Exteriormente, a igreja é revestida a ladrilhos e decorada com arcadas e janelas cegas emolduradas com dentes de serra e com frisos salientes. O projeto inicial do Mosteiro de Castro de Avelãs era bastante grandioso, estando prevista a construção da igreja em tijolo, dado que na área não havia granito. Das três naves antigas pouco resta, a não ser o arranque da parede Sul, mais tardia, já gótica, e a torre colocada a Sul sobre o frontispício, em ogiva, sendo a pedra o material de construção. Note-se ainda que o Mosteiro de Castro de Avelãs exerceu um papel relevante na economia e no desenvolvimento da região, sobretudo durante o século XIII.

Saiba mais em: http://www.bragancanet.pt/patrimonio/avelas.htm

Museus

Museu Militar

A sua fundação remonta a 1929, sob o pretexto da recuperação do Castelo e a consequente extinção do Batalhão também o Museu Militar partiu, regressando em 1983 com o acervo original enriquecido por peças de armamento ligeiro desde o séc. XII até à 1ª Guerra Mundial.

O Museu Militar de Bragança ocupa todo o interior da Torre impondo-se como espaço memória das vivências militares da cidade, porquanto a maioria das peças originais foram doadas pelos habitantes, participantes nas Campanhas de África e 1ª Guerra Mundial.

Saiba mais em: http://pt-br.facebook.com/pages/Castelo-de-Bragan%C3%A7a/166790516667706?sk=wiki

Museu Ababe de Baçal

Fundado nos finais do século XIX, em 1925, e sediado no edifício do antigo Paço Episcopal de Bragança, aqui poderá apreciar peças de arqueologia, pintura, desenho, escultura, ourivesaria, mobiliário e têxteis. O acervo do Museu integra grande parte do espólio proveniente do Paço Episcopal, do qual se destaca a própria capela. A este conjunto inaugural juntam-se, em 1927, as coleções do Museu municipal de Bragança. Ao fundo inicial acrescentaram-se as recolhas do Abade Baçal, nomeadamente peças de arqueologia, numismática, epigrafia e etnografia, e as aquisições de Raul Teixeira. Destaque também para a coleção de máscaras.

Saiba mais em: http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/museus_palacios/ContentDetail.aspx?id=1109 - http://pt-pt.facebook.com/museu.doabadebacal

Museu Ibérico da Máscara e do Traje

Inaugurado em 2007, é um espaço de divulgação das tradições relacionadas com as máscaras do Nordeste Transmontano e da Região de Zamora. Local único onde se encontram expostas máscaras, trajes, adereços e objetos feitos por artesãos portugueses e espanhóis e usados nas Festas de Inverno em Trás-os-Montes e Alto Douro e em Zamora.

Saiba mais em: http://museudamascara.cm-braganca.pt/PageGen.aspx

Centro de Ciência Viva/Casa da Seda

Edifício que coincide com a localização da antiga central de produção de energia elétrica, instalada em 1914 em plena Grande Guerra pelo engenheiro francês Lucien Guerche.

Inaugurado em 2007, é constituído por dois espaços: o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental e a Casa da Seda instalada num antigo moinho recuperado. Possui ainda espaços lúdicos experimentais, vocacionados para visitas com crianças em idade escolar.

Saiba mais em: http://www.braganca.cienciaviva.pt/home/

Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Inaugurado em junho de 2008, sendo o projeto da autoria do arquiteto Souto Moura, tem origem no protocolo celebrado em fevereiro de 1999 entre os municípios de Bragança e Zamora. Situado em pleno centro histórico da cidade e com vista privilegiada para a centenária Praça da Sé, o Centro de Arte ocupa um edifício do século XVIII. Divide-se em zona de receção, livraria, bar/cafetaria, esplanada, jardim, sete salas dedicadas à obra da pintora Graça Morais, salas de serviço educativo, gabinetes de trabalho, sala de reuniões, galeria de exposições temporárias, balneários, oficinas, zona de receção de obras, reserva de coleção e a grande nave de exposições temporárias.

Saiba mais em: http://centroartegracamorais.cm-braganca.pt/PageGen.aspx - http://pt-br.facebook.com/pages/Centro-de-Arte-Contempor%C3%A2nea-Gra%C3%A7a-Morais/214025061950499

Museus rurais

Museu Rural de Salselas

É um museu que representa a imagem da cultura tradicional transmontana, antiga província e comunidade portuguesa. Fruto da ideia de Jaime António Gonçalves, mais conhecido como o escritor António Cravo, emigrado em terras de França, mobilizou a comunidade emigrante da freguesia bem com a população local para a preservação de um património que corria o risco de desaparecer. A ideia, que nasceu em 1976, acabou por ser concretizada, tendo a população participado ativamente no projeto, desde o seu empenho na construção do edifício até à doação do espólio que hoje exibe este espaço museológico rural, um projeto que representa bem o espírito comunitário. Situa-se na freguesia de Salselas, concelho de Macedo de Cavaleiros, e é um dos mais jovens museus do Nordeste Transmontano, tendo aberto suas portas ao público em agosto do ano 2000.

Saiba mais em: http://www.museururaldesalselas.com/

Museu da Terra de Miranda

Instalado no edifício seiscentista da antiga Câmara municipal, o Museu da Terra de Miranda foi fundado em 1982 pelo Padre António Mourinho.

Situado no centro histórico da cidade de Miranda do Douro, na Praça D. João III, na antiga Domus Municipalis, edifício monumental do século XVII que serviu de Câmara e Cadeia Municipal até à década de 1970. No seu interior está exposto um acervo museológico variado que nos transmite o que foi, e ainda hoje é, a vida rústica e a cultura dos povos da Terra de Miranda, desde os tempos pré-históricos aos nossos dias.

O Museu expõe coleções de carácter cultural, etnográfico e artístico desta região; recolhe uma amostra da vida dos povos da Terra de Miranda, mas toda a região é um Museu vivo, de características únicas e cultura própria, bem expressas na língua da nossa gente (o mirandês), nas danças e na música, no teatro e na religiosidade popular, na gastronomia, nas formas de economia e na maneira de ser deste povo que vive do campo e da pecuária.

O museu propõe de maneira permanente una etnografia da Terra de Miranda, coleções de trajes mirandeses e instrumentos usados na sua produção, alfaias agrícolas e máscaras.

Saiba mais em: http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/museus_palacios/ContentDetail.aspx?id=1101

Museu Rural de Babe

Localizado na aldeia de Babe, podemos encontrar neste museu, diversos artefactos que antigamente eram usados no quotidiano do povo. Engenhos agrícolas, candeias, lampiões, candeeiros a petróleo, dobadouras, lançadeiras entre outros.

A iniciativa de recuperar as peças, partiu do antigo pároco da aldeia, o padre Belarmino Afonso, que decidiu recuperar a história das gentes de Babe.

Para além dos objetos do quotidiano, também estão expostos, neste espaço, utensílios que, outrora, serviram os ferreiros da aldeia.

Saiba mais em: http://babeumdiadecadavez.blogspot.pt/2008/07/museus-rurai-babe-caravela-e-palcios.html

Museu Rural de Palácios

Criado no antigo lagar comunitário da aldeia, aqui encontramos engenhos que foram inventados pelo Homem, para facilitar, não só os trabalhos do campo, como também as tarefas domésticas.

Naquele tempo as pessoas tinham poucas possibilidades e uniam-se para fazer o vinho, moer os cereais, etc. A população era muito unida e ajudavam-se uns aos outros.
Hoje, as tradições foram morrendo, os utensílios foram aperfeiçoados e muitas atividades foram caindo em desuso, pelo que a população de Palácios, com a ajuda do Parque Natural de Montesinho e dos Serviços Concelhios da Extensão Educativa, decidiram recolher as peças antigas, que as pessoas ainda tinham em casa, para mostrar aos forasteiros as relíquias que, em tempos, faziam parte da vida da população desta aldeia da Lombada.

Saiba mais em: http://babeumdiadecadavez.blogspot.pt/2008/07/museus-rurai-babe-caravela-e-palcios.html

Museu rural de Caravela

Em Caravela, encontramos o antigo lagar comunitário, que depois de recuperado, há cerca de 10 anos, acolhe peças que representam a história dos camponeses, mas também dos representantes da paróquia de Caravela.

Saiba mais em: http://babeumdiadecadavez.blogspot.pt/2008/07/museus-rurai-babe-caravela-e-palcios.html

MUSEU DE ARTE SACRA DA ORDEM III – S. Francisco de Vinhais

O Museu de Arte Sacra de Vinhais está inserido no conceito de ecomuseu. Composto por oito núcleos que abarcam áreas diversas pelo concelho todo. Estes oito núcleos abrangem patrimónios arquitetónicos, arqueológicos, festas e romarias e água, considerada medicinal, usada pelos antigos em tratamentos. Estes núcleos foram escolhidos entre as 105 aldeias do concelho, num território com cerca de 700 Km2 onde foram assinalados alguns pontos de interesses desses núcleos. É dentro do núcleo museológico que está inserido o Museu de Arte Sacra da Ordem Terceira de São Francisco, considerado a “joia da coroa” dos equipamentos culturais de Vinhais. Este projeto, para além das salas de exposição, integra as Capelas dos Senhores dos Perdidos e da Oração de Jesus no Horto, a Igreja do Seminário e a de São Francisco. O objetivo da Câmara de criar um conceito de ecomuseu, para além de marcar a diferença no distrito por ser o único com estas características, foi tentar aproveitar melhor os seus recursos naturais e humanos, passando o território a ser visto como um museu vivo.

O conceito é que haja uma interação entre o visitante e a comunidade.

Saiba mais em: http://www.cm-vinhais.pt/cultura/infra-estruturas.html

GuestCentric - Hotel website & booking technology
VeriSign Secured, McAfee Secure, W3C CSS compliant